Fórum DLE


Miopatias Primárias
Enviada em 27/07/2003 às 18:38:08 por Dr. Eduardo Vieira Neto -
A maioria das miopatias primárias são hereditárias, e portanto não têm cura, no sentido pleno desta palavra. Mas cura também pode significar a possibilidade de tratamento, mesmo que ele não signifique o fim da doença, mas o fornecimento de alívio ao paciente. E neste sentido, há diversas formas de tratamento das miopatias primárias. Como a pessoa de seu conhecimento é uma mulher, eu descarto as distrofias musculares ligadas ao X, que acometem somente homens. Seria importante para que eu pudesse fornecer maiores detalhes sobre tratamento, que você me enviasse antes de mais nada o diagnóstico preciso, já que miopatias primárias são um conjunto de inúmeras doenças, divididas em três grandes grupos, miopatias distróficas, miopatias congênitas e miopatias metabólicas. Você sabe o diagnóstico preciso da doença que acomete sua amiga?Aguardo sua resposta.
Re:Miopatias
Enviada em 30/06/2009 às 10:37:55 por Alinne vaz
Eu tenho uma filha q tem miopatia. Ela tem 1 ano e 3 meses e eu queria saber se alem da fisioterapia existem outros metodos e se ela vai poder andar
miopatia nemalinica
Enviada em 18/11/2016 às 19:11:15 por miopatia nemalinica
Ola tb tenho um filho com miopatia nemalinica tem traqueo e gastro e ainda não anda tem um ano e meio, qual o tipo da miopatia da sua filha? Estou procurando outros casos como o dele
Re:Miopatias Primárias
Enviada em 27/10/2003 às 18:10:49 por Bernadete Teixeira
Gostaria que o senhor me orientasse quanto ao tratamento inicial de uma crianca de 5 anos que apresenta uma miopatia nao diagnosticada ate o momento pelos medicos de Natal,Recife e Joao Pessoa onde resido.Um dos medicos me aconselhou fazer o tratamento em Sao Paulo.Semana passada procurei um especialista neuromuscular em Natal para consulta e ele adiantou que a crianca poderia ser portadora de miopatia congenita,miopatia mitocondrial e ainda miastenia congenita.Estou preocupada e quero ter um diagnostico preciso a respeito da doenca e a necessidade dos exames para chegar uma conclusao e darmos inicio ao tratamento.Estou aguardando sua resposta,se possivel hoje mesmo.Agradeco
Re:Re:Miopatias Primárias
Enviada em 19/03/2009 às 20:57:36 por Marcio
) NOVO TRATAMENTO DA MIOPATIAResumo do artigo de Jean Yves Nau publicado pelo jornal LE MONDE de 5/11/2004Uma equipe francesa inventou uma terapia capaz de revolucionar o tratamento das afecções de origem genética. Com efeito, ela conseguiu corrigir, no rato, as consequências da anomalia genética rersponsável por uma forma de miopatia. Este invenção foi obtida graças a uma nova técnica de biologia molecular, conforme artigo publicado em 4 de dezembro por " Science express, " semanário virtual americano de " Science "." Trata-se de uma verdadeira revolução, de um salto tecnológico que vai modificar profundamente não somente o tratamento da miopatia mas também de outras doenças genéticas ", segundo Ketty Schwartz, presidente do conselho científico da " Association française contre les myopathies ".Esta associação sustentou financeiramente os trabalhos científicos realizados pela equipe dirigida por Olivier Danos e Luis Garcia (CNRS-Généthon) trabalhando em colaboração com pesquisadores do Instituto Cochin de Paris.A técnica de terapia gênica inventada é chamada "saut d'exon" (ou "exon skipping"). Ela intervem na " l'épissage ", uma fase que se situa na cronologia  do processo conduzindo à criação das proteínas a partir da informação contida no gene. A nova terapia permite o restabelecimento da fabricação de uma proteína nas células onde o patrimônio hereditário alterado impede esta produção. Este resultado espetacular foi obtido graças a introdução, nos organismos  dos animais doentes, de um vírus  portador de uma molécula capaz de inibir o " exon " anormal durante o processo de formação do gene. "Outros trabalhos continuam sendo realizados em ratos portadores de células musculares  humanas. Se eles derem certo, ensaios clínicos poderão ser feitos em pessoas sofrendo da miopatia  de Duchenne".
Re:Miopatias Primárias
Enviada em 11/08/2003 às 17:43:18 por VANDA SARMENTO
Olá gostava que me ajudasse a tentar me dar mais dados sobre miopatias congenitas e se ha cura.este é o meu e-mail.obrigado vanda sarmento
Re:Re:Miopatias Primárias
Enviada em 19/03/2009 às 20:36:17 por Marcio
Re:Re:Re:Miopatia Central Core(ccd)    Mensagem: Verificando pesquisas na internet, no site:www.polbr.med.brOs Drs.Olivier Danos e Luis Garcia (CNRS-Génèthon), juntamente com o Instituto Cochin de Paris, descobriram um tratamento revolucionário,que tem curado através da biologia molecular.Verifique e boa sorte!
Texto de Mariz Vainzof, Centro de Estudos do Genoma Humano, IBUSP
Enviada em 20/08/2003 às 19:00:01 por Dr. Eduardo Vieira Neto -
Reprodução do texto encontrado em: http://genoma.ib.usp.br/estud_miopatias_congenitas.phpMIOPATIAS E DISTROFIAS MUSCULARES CONGÊNITASMariz Vainzof,Centro de Estudos do Genoma Humano, IBUSP.As miopatias congênitas são genericamente definidas como miopatias primárias com início na infância, freqüentemente de natureza hereditária, lentamente progressivas, caracterizadas por presença de alterações não específicas tais como predominância e/ou atrofia de fibras tipo I associadas a lesões estruturais específicas no interior das fibras musculares. Dentre estas, encontramos anormalidades de sarcômeros (Miopatia de Central Core e Mini core), anormalidades na linha Z (Miopatia Nemalínica, Desminopatias), anormalidades nucleares (Miopatia miotubular, Centronuclear), inclusões citoplasmáticas e anormalidades de organelas. Nas miopatias sem alterações estruturais, são descritas as formas desproporção congênita de tipo de fibras, e vários tipos de atrofias de fibras tipo I e II.MIOPATIA CENTRAL CORE (CCD)A Miopatia Central core se caracteriza pela presença de ?cores?: lesões localizadas centralmente, ou não no interior da fibra muscular, onde ocorre a ausência de mitocondrias (Dubowitz, 1985). É a forma mais comum das miopatias congênitas. Clinicamente, os pacientes com CCD apresentam fraqueza muscular notada já ao nascimento ou no 1o ano de vida, com marcante hipotonia muscular. Entretanto, alguns pacientes podem ser muito pouco acometidos.A fraqueza muscular é proximal ou generalizada, com discreta atrofia muscular, mais pronunciada nos membros inferiores do que nos superiores. Algumas anormalidades esqueléticas, tais como cifoescoliose, deformidades nos pés, deslocamento congênito do quadril, contraturas e hiper-mobilidade das articulações, possivelmente relacionadas com a fraqueza muscular no período gestacional, podem ser encontradas com uma freqüência superior ao de outras mioptias (Akiyama e Nonaka, 1966). A CCD está associada a susceptibilidade a Hipertermia Maligna (HM). Quando submetido a cirurgia, e ao agente anestésico desencadeador, o indivíduo susceptível sofre um ataque fulminante de HM que é tipicamente composto por hipercontração dos músculos, acidose metabólica e respiratória, taquicardia, rabdomiólise, elevação muito grande da temperatura corporal e óbito, se não tratado rapidamente com o relaxante muscular pos-sináptico dantrolene. O padrão de herança da CCD é autossômico dominante, e mutações no gene RYR1, em 19q12-13, são responsáveis por grande parte dos casos, pois ocorre heterogeneidade genética. Um segundo gene responsável pela CCD foi localizado no cromossomo 14q11.2-q12. O gene codifica a cadeia pesada b da miosina cardíaca (MYH7). Os pacientes apresentam associados aos cores e predomínio de fibras tipo I, uma cardiomiopatia hipertrófica (Fananapazir et al., 1993).MIOPATIA MINICOREA doença de minicore, ou multicore é uma miopatia benigna caracterizada por degeneração muscular segmental, com disrupção das miofibrilas e perda de mitocondrias. Existem ambas as formas, autossômica recessiva e autossômica dominante. Famílias com a forma AD foram descritas nas quais pais e filhos apresentam fraqueza não progressiva, tanto proximal como distal, onde a biópsia muscular mostra alterações focais na atividade das enzimas oxidativas bem como rompimento do padrão miofibrilar, típicas da miopatia de minicore. Esta forma tem sido também associada com cardiomiopatia (Paljarvi et al., 1987). Nenhum gene candidato foi ainda identificado para esta forma de miopatia.MIOPATIA MIOTUBULAR e CENTRONUCLEAR A miopatia miotubular (MTM) é uma afecção grave, que se caracteriza por uma hipotonia neonatal marcante, acompanhada de insuficiência respiratória que requer intubação e respiração artificial contínua. O quadro grave leva à óbito, logo após o nascimento, ou algumas semanas depois (geralmente durante o primeiro ano de vida) (Wallgren-Pettersson & Clarke, 1998). O marcador morfológico mais importante da miopatia miotubular é a presença de um núcleo único grande e central na fibra muscular e ausência dos núcleos periféricos. Esta forma é de herança ligada ao cromossomo X e portanto afeta somente crianças do sexo masculino. Mutações no gene MTM1, que codifica a proteína miotubularina, são responsáveis por esta patologia (Laporte et al. 1996) .Mais de 60 mutações já foram identificados no gene MTM1 em pacientes com miopatia miotubular. Entretanto, em cerca de 2/3 dos casos, as mutações se concentram em 6 dos 15 exons do gene, o que direciona o estudo molecular.Um modelo animal canino, da raça Labrador Retriever, foi recentemente descrito, apresentando as características clínicas e histopatológicas da forma centronuclear autossômica recessiva (Blot, 1998). MIOPATIA CENTRONUCLEARUma segunda forma de miopatia, a Miopatia Centronuclear (CNM), também é congênita porém de evolução mais branda, e afeta indivíduos de ambos os sexos. Ela compreende a forma infantil, de herança autossômica dominante, ou recessiva, ou também formas de início mais tardio, ou de adultos. As características clínicas são a presença de ptose palpebral ou oftalmoplegia e fraqueza facial associada a fraqueza dos membros generalizada ou proximal. As características anatomopatológicas são predominância e hipotrofia de fibras tipo I, com núcleos centrais em frequência variada, que tende a aumentar com a idade. . A presença de fibras tipo 2C, indicadores da imaturidade das fibras também já foi relatada. Ainda não foram identificados genes responsáveis por estas formas de CNM (Wallgren-Pettersson & Clarke, 1998).MIOPATIA NEMALÍNICA A miopatia nemalínica é uma doença muscular pouco ou lentamente progressiva, caracterizada por hipotonia e fraqueza muscular de predomínio proximal associada a deformidades esqueléticas e dismorfismos faciais, tais como facie alongada, boca em carpa, hipomimia. Com incidência estimada em 2 por 100.000 nascimentos vivos, as miopatia nemalínica pode apresentar 5 formas clínicas, de acordo com o grau de fraqueza muscular e idade de início. A presença no interior da fibra muscular dos ?rods?, ou estruturas em bastões, é o marcador patológico desta doença (Dubowitz, 1985). Os rods são formados por fragmentos, ou treliças regulares do disco Z do sarcomero, e expressam diversas proteínas presentes na banda Z. Normalmente, os rods estão presentes nas fibras tipo I, que são predominantes nesta patologia. A proporção de fibras contendo rods, bem como a quantidade de rods por fibra pode variar entre os indivíduos, entre os diferentes músculos e com a evolução da doença (Wallgreen-Pettersson& Laing, 1998).A miopatia nemalínica pode ocorrer esporadicamente ou apresentar padrão de herança autossômico recessivo, ou dominante. Todas as formas são clinicamente e histologicamente similares. O defeito primário da MN consiste de mutações em pelo menos 5 diferentes genes: alfa-tropomiosina 3(1q22-23), nebulina(2q21.1-q22), actina(1q42), tropomiosian 2(9p13) e troponina t1(19q13.4). O efeito destas mutações sobre a expressão das proteínas musculares e o mecanismo da formação dos rods não estão ainda definidos. Biópsia muscular de paciente com miopatia nemaínica: observe os ?rods? na coloração de tricromo de gomory, o predomínio de fibras tipo I, na reação para a ATPase, e a marcação dos rods com anticorpo para a a-actinina (presente na banda Z do sarcomero.MIOPATIA COM ALTERAÇÕES DE DESMINAAs miopatias desmina-associadas compreendem doenças familiais caracterizadas por fraqueza muscular associada a bloqueio de condução cardíaca, arritmia e falência cardíaca, e acúmulo de depósitos intracitoplamáticos de desmina nas fibras musculares esqueléticas e cardíacas.A desmina é um componente dos filamentos intermediários do músculo. O gene da desmina foi localizado no cromossomo 2q35. O padrão de expressão da desmina durante o desenvolvimento muscular e a redistribuição da proteína a partir dos filamentos citoplasmáticos para o disco Z durante a formação das miofibrilas sugere um papel para este gene na diferenciação muscular.Muitas miopatias congênitas e hereditárias tem apresentado um acúmulo de desmina, observado através de estudos imunohistoquímicos com marcação com anticorpos específicos. Entretanto mutações de sentido trocado no gene da desmina foram encontradas em apenas parte destes casos, e com uma variabilidade clínica significativa (Goldfarb et al., 1998; Li et al., 1999).DESPROPORÇÃO CONGÊNITA DE TIPO DE FIBRASEsta miopatia se caracteriza por hipotonia neonatal e fraqueza muscular associada a uma atrofia das fibras do tipo I. O defeito primário parece estar nas fibras tipo I. Este tipo de desproporção pode ser encontrado em muitas outras miopatias, tais como miopatia nemalínica e miopatia de Central core.A historia natural desta miopatia congênita é variável e o prognóstico é geralmente bom, apesar da possível gravidade quando há problemas respiratórios. Não há relatos de famílias afetadas, mas há vários casos onde se suspeita de um padrão de herança AR ou AD.Gerdes et al. (1994) sugeriram que o gene para esta miopatia poderia estar localizado nos cromossomos 10 ou 17, baseando-se em uma paciente afetada portadora de uma translocação balanceada t(10;17)(p11.2;q25), herdada de sua mãe, clinicamente normal. Este caso sugere um padrão de herança dominante, com expressividade variável.Entretanto, até a presente data, não há relatos de localização cromossômica, ou genes candidatos para esta doença.DISTROFIAS MUSCULARES CONGÊNITASAs distrofias musculares congênitas (CMD) são um grupo de doenças musculares clinicamente heterogêneas, caracterizadas pela presença de fraqueza muscular difusa, no período neo-natal, grau variável de contraturas nas articulações e possível associação com anormalidades no sistema nervoso central, ou olhos. A biópsia muscular invariavelmente apresenta alterações histopatológicas distróficas. A doença é geralmente lentamente ou não progressiva, e eventualmente pode ocorrer melhora funcional (Dubowitz, 1985, 1996, 1997; 1999).CMD 1A Deficiência de a2-lamininaÉ classificada dentro das formas clássicas ou ?puras?, que se caracterizam pela presença de fraqueza muscular com hipotonia ou artrogripose, alterações histológicas do tipo distróficas, com aumento significativo de tecido conjuntivo e adiposo, enzima sérica CK normal, ou ligeiramente elevada e inteligência geralmente normal.Em cerca de 50% dos casos classificados como forma clássica de CMD, a doença é causada por mutações no gene da laminina a2, ou merosina, mapeado em 6q2 (Hillair e col., 1994). Clinicamente, o grupo de pacientes merosina-negativos apresentam um fenótipo mais grave e a maioria dos pacientes é incapaz de adquirir marcha independente. Além disso, esta forma é também associada com a presença de alterações na substância branca em exames de neuroimagemA laminina 2 é a principal proteína da matriz extracelular na membrana basal da fibra muscular. A laminina 2 se liga ao citoesqueleto subsarcolemal por um grande complexo de glicoproteínas associadas à distrofina. O bom funcionamento do complexo seria responsável por um correto mecanismo de contração muscular (Ervasti & Campbell, 1993). Portanto, assim como a deficiência de distrofina leva às distrofias de Duchenne e Becker, alterações nas proteínas do complexo DAG levam às distrofias musculares tipo Cinturas (LGMD), e a deficiência da proteína merosina, leva a uma das formas de distrofia muscular congênita (fig. 8). Cerca de 95% dos pacientes com mutações no gene em 6q apresentam deficiência total da proteína, enquanto que os restantes 5% apresentam deficiências parciais, relacionadas a mutações de sentido trocado, ou deleções que não alteram o quadro de leitura. A deficiência parcial da proteína tem sido encontrada em pacientes com quadro clínico mais benigno (Tomé et al., 1994; Vainzof et al., 1995; Allamand et al., 1997). O camundongo dy/dy é o modelo animal para a CMD-merosina- deficiente, pois também apresenta deficiência total da proteína no músculo associada a uma significativa fraqueza muscular (Sunada et al., 1994). O desenvolvimento de modelos animais merosina-deficientes com diferentes mutações poderá contribuir para a melhor compreensão da patogênese da doença e o desenvolvimento de estratégias terapêuticas. CMD 1BEsta forma autossomica recessiva de CMD foi descrita em famílias consangüíneas, com fraqueza da musculatura proximal, hipertrofia muscular, rigidez na espinha, contraturas nos tendões de Aquiles e grave deficiência respiratória devida ao envolvimento precoce do diafragma. O intelecto e o exame de neuroimagem cerebral são normais. Os pacientes apresentaram deficiência parcial de merosina no músculo, de caráter secundário, uma vez que estudos de ligação associaram o fenótipo a uma região cromossômica em 1q42.CMD 1C - Fukutin-related proteinDiversos estudos identificaram pacientes com deficiência parcial de merosina que não apresentavam mutações no gene LAMA2, sugerindo um efeito secundário (Topaloglu et al., 1998). Recentemente, uma forma associada a deficiência secundaria de merosina e a-distroglicana foi identificada em 7 famílias com uma forma grave de CMD, ligada a 19q13.3, cujo gene codifica a proteina relacionada à fukutina (Fukutin-related Protein, FKRP). Clinicamente, os pacientes se caracterizam pelo início precoce dos sinais clínicos logo nas primeiras semanas de vida, fenótipo grave com incapacidade para adquirir a marcha, hipertrofia muscular, elevação marcante da creatina-quinase sérica, e estrutura e função cerebral normais.Deficiência de integrina a7.Clinicamente, os pacientes afetados por esta forma apresentam hipotonia e atraso no DNPM, adquirindo marcha aos 2-3 anos. A fraqueza é proximal, a CK ligeiramente elevada e não se observam alterações cerebrais. O gene, identificado em 12q13, codifica a proteína a-7 integrina, um receptor de laminina. Mutações neste gene levam à deficiência da proteína no músculo. A mutação mais comum encontrada é uma deleção de 98 pb (Hayashi et al., 1998). Alterações secundárias de a7-integrina foram encontradas nas distrofia tipo Duchenne e Becker (elevação), Fukuyama (redução) e CMD-merosina deficiente (redução).Associação com Espinha rígida.O gene desta forma foi identificado no cromossomo 1p35-36, em uma família com CMD e espinha rígida (Moghadaszabeh et al., 1998). A herança é autossômica recessiva e os pacientes apresentam fraqueza facial e nos membros superiores e inferiores, de grau variável, com distribuição predominantemente proximal. A capacidade de deambulação ocorre após os 2.5 anos ou nunca e não há progressão do quadro clínico. A rigidez na espinha é observada precocemente, entre os 3 e 7 anos, com limitação na flexão do pescoço e coluna. Posteriormente, os pacientes desenvolvem escoliose progressiva e contraturas diversas. Forma FukuyamaÉ uma forma autossômica recessiva, prevalente no Japão, responsável por cerca de 80% dos casos (Fukuyama et al., 1960). Os pacientes apresentam, alem da fraqueza muscular e do padrão distrófico no músculo, retardo mental grave, convulsões e malformações do SNC envolvendo o córtex cerebral, substância branca, tronco cerebral e cerebelo. Os níveis séricos da enzima CK são muito elevados. O gene foi mapeada em 9q31-33 (Toda et al., 1993), e codifica uma proteína de 461 aminoácidos, a Fukutina (Kobayashi et al., 1998).Estudos de mutações no gene da Fukutina localizaram mutações de sentido trocado, sem sentido, inserção de 1pb e inserção L1, que mostrou um efeito fundador. Estudos da proteína fukutina mostraram que ela provavelmente tem uma localização extra-celular (Dubowitz, 1999)Forma MEB (Muscle-eye-brain)Os pacientes também apresentam retardo mental e envolvimento ocular e de SNC. A alteração ocular mais consistente é a miopia, que pode ser bem grave e progressiva. Além disso pode também ocorrer estrabismo, glaucoma, opacidade da lente, atrofia da retina e óptica. Nesta forma, pode também ocorrer epilepsia. A CK sérica pode ser normal no primeiro ano de vida, mas está sempre elevada nos anos posteriores.O gene foi recentemente localizado no cromossomo 1p32-34 por estudos de ligação e mapeamento por homozigosidade, em 8 famílias com 12 indivíduos afetados (Cormand et al.,1999).Forma Walker-WarburgEsta forma se caracteriza pela presença de alterações cerebrais estruturais, associadas a retardo mental. As anormalidades do SNC mais comuns são lisencefalia tipo II, paquigiria em grau variável. Mal formações oculares também são comuns, mas com menor severidade das observadas na forma MEB. Há divergências no que se refere se MEB e WW são a mesma entidade genética, com severidade variável, ou se representam entidades diferentes.Bibliografia Akiyama C & Nonaka I. A follow-up study of congenital non-progressive myopathies. Brain Dev. 1966, 18:404-408.Allamand V, Sunada Y, Salih MAM, et al. 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Re:Texto de Mariz Vainzof, Centro de Estudos do Genoma Humano, IBUSP
Enviada em 19/03/2009 às 20:36:56 por Marcio
Re:Re:Re:Miopatia Central Core(ccd)    Mensagem: Verificando pesquisas na internet, no site:www.polbr.med.brOs Drs.Olivier Danos e Luis Garcia (CNRS-Génèthon), juntamente com o Instituto Cochin de Paris, descobriram um tratamento revolucionário,que tem curado através da biologia molecular.Verifique e boa sorte!
Urgente!Caso De Miopatia sem Dignostico!Me Ajudem!
Enviada em 12/02/2005 às 20:27:40 por Alessandra Cardoso Pinto
Peço ajuda aos doutores pois tenho um filho de 5 anos que apresenta inumeras complicações desde o nascimento: hipotonia,ausencia de hipofise,comprometimento imunologico importante.tem várias internações em UTI's com entubação sendo que agora apresenta também Bronquiolite Obliterante.A musculatura e a oxigenação parecem ter uma melhora com imunoglobulina.Quando posto em jejum (mesmo com soro glicosado)em questão de 12 horas os musculos do torax decaem e entra em insuficiência respiratoria levando a entubação.Tem eletroneuromigrafia normal, uma serie de exames geneticos normais,biopsia muscular anormal revelando miopatia ativa.Para mais detalhes por favor entrem em contato pois tenho o histórico completo. 


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